A Febre dos Youtubers

Em uma época em que as crianças e os adolescentes têm fácil acesso à internet e sem se contentar somente com o que a televisão oferece, cada vez mais elas estão se tornando produtoras e consumidoras de conteúdo online.

Para gravar um vídeo não precisa de muito. A característica mais marcante dos Youtubers é a proximidade que o ambiente do quarto, por exemplo, possibilita com o expectador. O importante é estar em um ambiente que se sinta confortável, seja dentro do quarto, em algum outro cômodo da casa, ou em um país diferente; o essencial é criar um ambiente que cause a sensação de aconchego e proximidade entre as duas partes.

Esta nova profissão tem transformado muitos anônimos em verdadeiras celebridades. Porém, o que tem chamado a atenção é que a idade desse pessoal é cada vez menor, surgindo os youtubers mirins.

Como tudo o que existe, essa ‘’febre’’ de Youtubers tem o lado positivo e o negativo. Se não existir um cuidado real com as crianças, verificando o que assistem, quem seguem, o que gravam e postam, este mundo online pode tornar-se uma preocupação, pois o risco de afetar o comportamento e a personalidade da criança e do adolescente, ainda em desenvolvimento, é imenso.

Percebemos que os adolescentes e as crianças tem sido o alvo mais frequente das influências da mídia na internet por se encontrarem em pleno desenvolvimento de sua personalidade, auxiliando a moldar, positiva ou negativamente a capacidade reflexiva e o senso crítico.

Esta mudança de comportamento pode ser observada entre as gerações nos ambientes de maior convívio da criança e adolescente, junto à família, nas escolas e até nas conversas, onde os assuntos acabam pendendo para o novo vídeo de determinado canal e seus conteúdos.

A mudança da realidade que a presença do mundo online causa é perceptível na família toda, sendo as crianças e os adolescentes os percursores dessa realidade, trazendo esse novo mundo para a vida dos pais e, consequentemente, criando novos hábitos e influenciando as atividades cotidianas.

Por outro lado, a parte positiva também existe.

Canais Educativos também são uma realidade no mundo virtual. Não apenas para as crianças e os adolescentes, como para os adultos também. São locais onde os alunos podem tirar dúvidas sobre as matérias que não entenderam na sala de aula, adiantar o conteúdo da próxima aula com os vídeos, estudar para provas, descobrir curiosidades sobre determinado tema e utilizar como auxilio para prepararem-se para o vestibular, além de existir canais sobre educação financeira, dicas de viagens, curiosidades históricas sobre outros países que são alguns pontos positivos para a área da educação e cultura. A facilidade para acessar estas informações é gigantesca.

Se utilizada com critério e consciência, essa ‘’Febre dos Youtubers’’ pode ser benéfica para a criação e expansão, não apenas da criança e do adolescente como também dos adultos envolvidos.

Alguns canais interessantes:

 

Oscar Bottaro

https://www.youtube.com/channel/UCQ_DcX10alUm80M-JpWctpQ

 

Debora Aladim

https://www.youtube.com/user/deboraaladim

 

Física Fábris

https://www.youtube.com/channel/UCciJ7c6-Lzaf6jU7NKbVu7A

 

Ciência Todo Dia

https://www.youtube.com/user/CienciaTodoDia

 

Manual do Mundo

https://www.youtube.com/channel/UCKHhA5hN2UohhFDfNXB_cvQ

 

Me Poupe!

https://www.youtube.com/channel/UC8mDF5mWNGE-Kpfcvnn0bUg

 

Nilson Izaias – Papinho Oficial

https://www.youtube.com/channel/UCc5gPU-GOoiXnOgaliQjiYA

FONTES:

El Pais

Vitta Vivace

Edição do Brasil

O Tempo

Evento de Iniciação Científica

Artigo: A INFLUÊNCIA DOS YOUTUBERS NA VIDA DOS ADOLESCENTES

Youtube

Educação Financeira: Como Incentivar desde cedo?

Educação Financeira é um tema que conquista cada vez mais importância para os pais. Abordar a questão com as crianças é muito importante para capacitá-las a entender o valor do dinheiro e fazer o melhor uso do recurso desde cedo, ou seja, aprender a escolher. O pequeno trecho a seguir, constatado por Álvaro Modernell, é bem interessante e descreve bem o tema desenvolvido neste artigo: “A educação financeira deve propiciar que as crianças aprendam a diferenciar necessidades de desejos e a perceber as possibilidades limitadas que o dinheiro pode atender. Elas devem aprender que podem sonhar um futuro financeiro melhor. Mas para realizá-lo, terão que aprender a fazer escolhas, a aproveitar oportunidades, a buscar formação e informação compatíveis com suas aspirações e muitas vezes a adiar desejos momentâneos para viabilizar a realização de algum objetivo importante. Terão que criar hábitos financeiros saudáveis que as afaste do consumismo desenfreado, mas, ao mesmo tempo, estimule-as a desfrutar dos prazeres que o dinheiro pode oferecer, sem tornarem-se escravas dele.” Incentivar a educação financeira desde cedo faz com que a criança aprimore o desenvolvimento e conhecimento para alcançar os objetivos esperados ao longo da vida e torne-se um adulto responsável financeiramente. A programação mental de cada indivíduo influenciará suas posturas e atitudes que, no futuro, contribuirão para o padrão de vida que vão conquistar para si e consequentemente, sua família. É necessário capacitar à criança desde o inicio da sua trajetória explicando o porquê da Educação Financeira ser tão importante para a vida. A criança precisa, desde cedo, aprender de onde vem o dinheiro, como ele é gerado e porque ele é fundamental para a economia. Uma forma eficiente de incentivar a educação financeira é através de práticas cotidianas. É disso que as crianças gostam. Ensinar finanças com fórmulas de matemática financeira, mecânica dos juros e simulações numéricas traz o risco de cultivar a aversão por finanças na cabeça das crianças. A introdução da Educação financeira na vida das crianças através de situações cotidiana ressalta que a aprendizagem prática é bastante importante, principalmente durante a infância, quando as crianças observam atentamente os adultos e são influenciadas pelo comportamento destes. Se os pais tiverem noção desses momentos, pode realçar aspectos fundamentais relacionados com o ato de consumir. Outra forma de incentivar esta prática é através de mesada. Para crianças e adolescentes inclui desenvolver o senso de responsabilidade, a familiaridade com planejamento e o controle de impulsos de consumo, itens essenciais para formar um adulto independente financeiramente. Mas, para que isso aconteça de forma saudável, os pais não devem explicar da melhor forma possível para que a criança ou adolescente não extrapole os valores combinados. Se isso acontecer, a mesada perde a função de educação financeira para a formação do futuro investidor. Para crianças até os 6 anos pode-se dar pequenas quantias esporadicamente para pequenas compras, como sorvetes e balas, por exemplo. Desta forma, a criança vai aprendendo a administrar o dinheiro desde cedo e cresce sem tabus sobre o tema.   FONTES: A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA INFANTIL Educação financeira para crianças EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Investidor de Sucesso  

Teste vocacional funciona?

Devemos combinar que, às vezes, escolher qual carreira seguirá não é uma tarefa fácil. Quando se tem 16 ou 17 anos, saber o que deseja fazer para o resto da vida é muita pressão! A imensa variedade de cursos superiores disponíveis no mercado geralmente deixa os adolescentes na duvida, mesmo sendo por um curto período, no momento de escolher a faculdade e o curso que mais agrada seu perfil. Com esta questão em aberto, o teste vocacional torna-se uma excelente opção de apoio para ter mais clareza em relação à profissão a ser escolhida, tornando a escolha da universidade mais adequada mais assertiva, inclusive. Mas antes de começar a falar sobre como o teste vocacional pode auxiliar na escolha do curso, vamos entender o que é um teste vocacional? O teste vocacional nada mais é do que uma avaliação continuada de suas preferências, características e personalidade que pode indicar as profissões mais compatíveis com quem você é. O ideal é que a aplicação de um teste vocacional seja conduzida por um psicólogo, um pedagogo ou um psicopedagogo, desde que possuam especialização na área. Esse atendimento pode ser feito de maneira individual, em um consultório, ou coletiva, em escolas e centros de orientação vocacional. Por meio de testes e consultas voltadas para esse fim, pode ajudar os alunos a entenderem qual o melhor caminho a seguir. Além disso, os principais benefícios que o teste vocacional traz incluem: desenvolver o autoconhecimento; identificar seu potencial; identificar pontos fracos e trabalhar para revertê-los; conhecer caminhos alternativos que podem não ter sido considerados; ser mais confiante a respeito das suas aptidões e qualidades. Dito isso, vale ressaltar que não é papel desse orientador lhe dizer para fazer determinado curso ou não, mas garantir que você reflita e enxergue as próprias tendências e inclinações que poderão ser utilizadas profissionalmente a fim de obter uma vida mais feliz e próspera. Se realmente quiser se beneficiar dessa metodologia para fazer escolhas eficientes, testes vocacionais de internet oferecendo respostas instantâneas baseados em algumas perguntas têm pouca eficiência devido à superficialidade desses programas criados. Com isso, podemos afirmar que sim, testes vocacionais funcionam desde que não sejam encarados como mágica, algo que irá definir quem você é, o que deve fazer e em qual universidade, mas sim como um apoio para clarear os desejos do adolescente e expandir os horizontes, deixando claro possibilidades jamais consideradas ou afirmando a primeira tendência. Para concluir, vamos deixar algumas dicas interessantes para aliar ao teste vocacional aplicado corretamente:
  • Vá além das informações superficiais. É importante não confundir os cursos com as profissões, pois a vida profissional pode ser bem diferente daquilo que a faculdade oferece;
  • Visite universidades para sentir o clima do ambiente acadêmico;
  • Pesquise o currículo dos cursos que interessam a você;
  • Converse com profissionais formados e que já estão trabalhando para conhecer suas rotinas;
  • Visite empresas no seu ramo de interesse para se aproximar da realidade do mercado de trabalho;
  • Compartilhe suas dúvidas com pais, amigos e professores. Muitas vezes, falar sobre elas ajuda a pensar e a avançar na tomada de decisão.
  FONTES: Unigranrio Bras cubas educação Artigo: avaliação psicológica em orientação vocacional

Robótica Educacional

No início dos anos 1960, a ideia de ter tecnologia nas escolas e como auxiliar de aprendizagem era impensável. Por este motivo, conseguimos compreender as pessoas que riram quando, naquela época, o matemático americano Seymour Papert sugeriu que os computadores fossem utilizados como ferramenta para potencializar a aprendizagem e a criatividade das crianças. Influenciado pelas ideias de Jean Piaget, com quem trabalhou na Universidade de Genebra, Papert desenvolveu nos anos seguintes, como professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o construcionismo.

Assim como o construtivismo de Piaget, a teoria vê o aluno como construtor de seu conhecimento através de descobertas, mas no construcionismo o processo de aprendizagem ocorre por meio da realização de uma ação concreta, que tem como produto final algo palpável. Foi assim que, na década de 1980, Papert criou a tartaruga de solo, um robô programado pela linguagem Logo – também criada por ele de forma acessível a crianças –, que por meio do uso do computador pelos alunos era capaz de desenhar diferentes figuras geométricas.

De forma geral, a Robótica Educacional, além de aplicar, na prática, algumas disciplinas teóricas estudadas em sala de aula, contribui para o desenvolvimento de habilidades que estimulam o pensamento crítico, incentiva a criatividade, domínio da tecnologia em todos os seus aspectos e busca por soluções práticas, incentivando os alunos a serem mais ativos e colaborativos na sua caminhada escolar e também profissional.

Agora que já percebemos que a Robótica Educacional é uma excelente ferramenta para o desenvolvimento da criança e do adolescente, vamos deixar mais alguns benefícios que esta prática propicia na vida deles:

Estimula o raciocínio lógico

Ao estarem em contato com a linguagem de programação, os alunos são estimulados a pensar de forma estruturada, organizando ações para fazer o seu protótipo funcionar. A criação de um espaço de experimentação faz com o que os alunos possam experienciar e vivenciar o erro.

Colabora com a resolução de problemas

A robótica com sucata é responsável por solucionar problemas de forma natural, permitindo aos alunos desenvolver concentração e cooperação, exercitar a capacidade de resolver problemas na prática, mobilizando os conhecimentos e compreendendo-os antes de utilizá-los.

Incentiva e torna o currículo atrativo

A robótica permite que todas as áreas do conhecimento possam se conversar em torno da construção de um protótipo, fazendo o aluno experimentar de forma prática e exercitar todo o conhecimento adquirido, despertando para o pensamento científico, ao investigar as etapas de ensino.

 

Desperta o Protagonismo juvenil

Por meio do envolvimento, os alunos vão se tornando protagonistas ao participarem ativamente da construção de sua aprendizagem, extrapolando o conteúdo adquirido para além dos muros da escola.

Estimula a aprendizagem dos alunos mais indisciplinados

Os alunos com sérios problemas de indisciplina foram que os mais se envolveram com a aprendizagem, incentivando os demais alunos a participarem.

Desenvolve criatividade e a inventividade

Os discentes ficam estimulados a criar de diversas formas e a produzir protótipos incríveis, respeitando e exercendo diferentes papéis, desenvolvendo habilidade de raciocínio independente na construção de conhecimento lógico. Desse modo, motiva os alunos de forma lúdica e dinâmica a passarem por desafios e etapas, promovendo interação social, colaboração e cooperação.

Integra a escola e a comunidade
Pelo entusiasmo dos alunos, eles acabam trazendo os pais para a escola e que participam ativamente da aprendizagem dos discentes e colaboram com o processo.

 FONTES:

ROBÓTICA EDUCACIONAL NO BRASIL: QUESTÕES EM ABERTO, DESAFIOS E PERSPECTIVAS FUTURAS

UTILIZAÇÃO DA ROBÓTICA NA EDUCAÇÃO

Aplicativos de monitoramento de tablets e celulares

Há pouco tempo atrás, a preocupação era apenas com o tempo que as crianças e os adolescentes passavam em frente à televisão e jogando videogame, hoje, devemos acrescentar a esta lista o celular, tablet e o computador. Definitivamente é impossível imaginar uma infância livre da influência dos equipamentos eletrônicos atualmente. Por isso, os limites recomendados de utilização dessas tecnologias não param de ser revistos, bem como a maneira com que os pequenos deveriam interagir com as telas. Além disso, e como foco do assunto deste artigo, existe um ponto extremamente importante que não deve ser esquecido pelos pais. A segurança no meio online deve ser prezada. Com isso em mente, deixaremos 10 opções de aplicativos de monitoramento para aparelhos eletrônicos.
  1. Screen Time
Em junho, a Apple anunciou um novo aplicativo para controle das atividades dos filhos em dispositivos com a tecnologia iOS. Prometido para chegar ao mercado em setembro, permitirá escolher horários para uso do aparelho e ainda selecionar quais funções podem ser habilitadas ou não. Além disso, ele deve gerar relatórios sobre o comportamento virtual das crianças. Screen Time, como o nome sugere, controla o tempo gasto por seus filhos em seus tablets e smartphones. Este programa de controle de pais oferece uma avaliação gratuita de 14 dias que permite que você explore todos os recursos deste excelente sistema de monitoramento. Vamos conhecer alguns de seus recursos:
  1. Permite definir as restrições de hora de dormir e também de escola no aplicativo.
  2. Usa seu dispositivo para pausar o dispositivo do seu filho ou dar tempo adicional e ajuda você a criar uma lista de verificação dos sites que deseja que seu filho visite e aprenda.
  3. Alterar o tempo da tela enquanto você não estiver usando seu telefone.
  4. Você pode convidar e fazer parceria, administrador de pais e alterar a configuração na sua ausência.
  5. É compatível com dispositivos iOS, Android e Amazon..
  6. Impedir seus filhos de desinstalar o programa do tempo da tela.
 
  1. KuuKla
KuuKla é um aplicativo de controle de pais para proteção de seu filho enquanto usa internet em um tablet. É muito rápido e extremamente eficaz quando se trata de instalação e monitoramento de atividades na internet. O KuuKla é estritamente para usuários de tablets Android e faz com que você observe discretamente seu uso no dispositivo. Aqui estão alguns recursos:
  1. Fácil de instalar e desinstalar no tablet Android.
  2. Você pode aprovar ou não os aplicativos para seu filho.
  3. Você pode definir uma programação Tablet-livre ou Livre-tablet para seu filho.
  4. Monitorar e limitar o tempo gasto por seus filhos na internet, mesmo quando você não está por perto.
  5. Você pode personalizar seu tablet para manter fotos familiares e vídeos fora do alcance.
 
  1. Qustodio
Disponível para Android, iOS, Windows, Mac e Kindle, este software pode ser encontrado em duas versões. A anuidade da Premium custa de R$ 78,95 (para cinco dispositivos) a R$ 193,95 (para até 15 aparelhos). Entre suas funções estão o bloqueio de conteúdo impróprio e a possibilidade de limitar o tempo de uso do aparelho. Além disso, permite visualizar chamadas ou textos enviados por mensagem e bloquear alguns contatos. Já a versão gratuita tem funções restritas.
  1. Kaspersky Safe Kids
O software bloqueia o acesso a sites e aplicativos inadequados (selecionados pelo próprio programa ou pelos adultos) e permite configurações específicas para diferentes idades. Está disponível na versão gratuita, mas a Premium (R$ 49, licença para um ano) informa aos pais sobre postagens públicas em redes sociais e sobre o aumento do número de amigos.   
  1. Abeona
Abeona é um aplicativo de controle de pais rápido e gratuito que ajuda você a monitorar as atividades de seu filho e preservá-los dos perigos da internet. É um programa de controle de pais para dispositivos Android que permite conectar-se facilmente com seus filhos e acessar o uso de seu smartphone e bloquear se necessário. Alguns recursos do aplicativo Abeona Parental Control são:
  1. Receber notificações em tempo real de qualquer aplicativo inicializado no smartphone de seu filho.
  2. Configurar várias delimitação geográficas e receber notificações quando seu filho entra ou sai delas.
  3. Verifique se o dispositivo está on-line ou não, ou está em uso ou não.
  4. Use o navegador Android ou Chrome para rastrear sites visitados pelo seu filho.
 
  1. Youtube Kids
A plataforma dispõe de um app (para Android e IOS) que seleciona, por algoritmo, o conteúdo indicado para o perfil de cada criança. Nas configurações, os pais podem definir um limite de tempo para que os filhos acessem o aplicativo e, se desejarem, também podem desligar a pesquisa.
  1. Chrome
O navegador do Google dispõe de uma função de controle de pesquisas para crianças, que filtra conteúdo adulto. Para ativá-la, entre na página de “Configurações de Pesquisa” e marque “Ativar o SafeSearch”.
  1. Nos celulares Android
Em aparelhos com esse sistema operacional, é possível restringir os aplicativos, filmes e músicas que podem ser baixados. Para isso, basta entrar na Play Store, ir em “Configurações” e, então, em “Controle dos pais”. Aqui você pode determinar a faixa etária dos apps e filmes que estão liberados para as crianças e ainda bloquear músicas com letras impróprias.
  1. Netflix
Permite cadastrar diferentes usuários e libera o conteúdo de acordo com o perfil de atividade de cada um deles. A versão Kids filtra os vídeos e séries contraindicados para crianças.  

Ano de Vestibular e a Ansiedade dos Alunos

O último ano do Ensino Médio é o ano em que os estudantes começam a se preparar intensamente para os vestibulares. É comum durante este período surgirem dúvidas, pesquisas, incertezas, mudança na escolha do curso na universidade e principalmente ansiedade. Nesta fase da vida, importante para a preparação do futuro, muitas cobranças são impostas, como a pressão dos pais em relação à qual profissão escolher, dos professores da escola e dos próprios amigos. É aí que a ansiedade entra em questão, pois a cobrança, juntamente com a incerteza e muitas dúvidas, provoca a mistura de vários sentimentos, medos e responsabilidades que ainda     não foram desenvolvidas no estudante. Um estudo publicado em 2003 por pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Catarina entrevistou cerca de 400 vestibulandos e identificou que mais da metade deles sente, nos meses anteriores à prova, dificuldade frequente de concentração. Pelo menos um terço reporta também inquietação, dores de cabeça e musculares. Como efeitos mais comuns, pode gerar dificuldade de memorização e concentração, tremores, taquicardia e suor excessivo, por exemplo. Os estudantes apontaram como principais geradores de ansiedade o medo da reprovação, a quantidade de conteúdo para estudar e o número reduzido de vagas públicas no ensino superior. Um estudo de 2010 de pesquisadoras da Universidade Gama Filho e da Universidade Salgado de Oliveira, no Rio, demonstrou que meninas são mais suscetíveis à ansiedade pré-vestibular do que os meninos. O estudo não investigou as razões por trás dessa diferença. A primeira coisa a se fazer para controlar o nervosismo é exatamente perceber que você está em um momento de ansiedade. Muitas vezes isso passa batido e quando percebe, já está em pânico. Por exemplo: tudo começou apenas com uma questão de matemática muito difícil de resolver. Depois, as mãos começam a suar, suas pernas ficam inquietas, você começa a roer a unha… Eis um quadro típico de ansiedade. Nos cursinhos pré-vestibulares, professores reforçam a necessidade de relaxar na véspera e revelam que técnicas de respiração e meditação ajudam os alunos a controlarem a ansiedade e o nervosismo. As principais recomendações de especialistas sugerem atividade física em quantidades moderadas, uma maneira eficiente de diminuir a ansiedade. Também indicam que o estudante defina estratégias prévias para resolver as questões da prova, se alimente de maneira equilibrada e saudável e diminua o ritmo dos estudos nos dias que antecedem o exame.  Exercício de respiração Dá pra fazer em qualquer lugar, de pé ou sentado (até mesmo durante a prova). Inspire o ar até você conseguir ver sua barriga se movimentando e depois, expire devagar. Repita algumas vezes, até perceber que você está melhor. Esse tipo de respiração, pelo diafragma, é capaz de aproveitar melhor a capacidade dos pulmões. Ela permite que você receba até sete vezes mais oxigênio do que na respiração torácica, fazendo com que o seu cérebro trabalhe melhor. Além disso, conversar é sempre uma excelente maneira de manter a saúde mental intacta. Conversar com os pais, professores, coordenadores, diretores, terapeutas e amigos é uma forma de colocar as preocupações para fora de uma maneira mais descontraída e sem julgamentos perante as preocupações do vestibulando. FONTES: Artigo: Ansiedade em vestibulandos: um estudo exploratório USP Nexojornal

Como ter uma adaptação tranquila na Nova Escola

Mudar de escola é algo que pode acontecer. Para muitas crianças esta mudança pode ser difícil e é preciso que os pais deem uma “ajudinha” para facilitar a adaptação escolar. Tanta novidade pode tornar o novo ambiente um cenário assustador, capaz de criar manha, cenas na porta da escola e até mesmo pânico nas crianças. Porém, os pais podem desempenhar um papel importante nesta fase e tentar amenizar o medo para que os pequenos enfrentem com mais segurança a nova etapa. As crianças pequenas têm menos recursos emocionais para mudanças, pois tudo que é diferente e acontece longe dos pais as deixam inseguras. É interessante nunca fazer mudanças sem preparar a criança, ir com ela visitar o local e conhecer as pessoas que trabalham ali. As dificuldades mais comuns que as crianças enfrentam – Falta de entrosamento com os novos colegas; – Adaptar-se a novas regras; – A dificuldade de entender o espaço físico da nova escola; -Não conhecer os professores e funcionários e, consequentemente, não se sentir segura e amparada; – A saudade da escola anterior, sentindo falta dos colegas, professores e funcionários, inclusive do espaço físico. Por isso, preparamos uma lista com algumas dicas para você. Afinal, esse processo acaba sendo mais doloroso para os pais do que para os próprios filhos.
  1. Faça a mudança parecer gradual
Antes da mudança em si, já comece a conversar com seu filho sobre a nova escola. Façam juntos o futuro caminho até ela. Se a nova escola for em uma nova cidade, aprendam juntos sobre ela.
  1. Atenção à rotina!
rotina é uma das percepções mais importantes dos pequenos. Para crianças mais novas, é importante que ela seja a menos afetada possível. A rotina proporciona conforto e segurança. Se um ambiente novo é introduzido em uma rotina já conhecida, o impacto percebido é bem menor. Para crianças um pouco mais crescidas, o mais importante é envolvê-las em todos os processos, seja arrumar a mochila para a nova escola até separar o uniforme novo no dia anterior. Participar dessas atividades junto com os pais faz com que a criança sinta-se cuidada e, principalmente, parte de tudo isso.
  1. Transforme a “hora de dar tchau”
O momento crucial durante a adaptação a uma nova escola é a despedida em si. Mostrar confiança na nova escola, em seus educadores e na decisão de mudança é algo que a criança percebe. Deixe bem claro que essa situação não é deixar algo para trás, mas a oportunidade de encontrar coisas pela frente: novos amigos, novas brincadeiras, novas aventuras.
  1. Adapte-se também
Aquela insegurança dos primeiros dias pode voltar nesse momento. Depois da conquista da confiança da criança em ser deixada em um lugar que não é familiar a ela, uma escola nova parece desmontar tudo isso. O choro na entrada da nova escola pode acontecer e, com isso, a ansiedade ao longo do dia para saber se está tudo bem volta. Pensar em pequenas distrações para quando isso acontecer pode ajudar bastante. Sempre que bater a ansiedade, que tal ouvir aquela música favorita? Ou até sair pra tomar um ar.
  1. Demonstre interesse
Se mostrar interessado pelo novo ambiente demonstra segurança à criança. Para isso, essa lista de alternativas à pergunta “Como foi a escola hoje?” é ótima. Faça perguntas variadas. Faça mais perguntas sobre o tema que pareceu deixar seu pequeno mais animado ao responder. Outra coisa importante: preste bastante atenção às respostas evasivas ou quando a pergunta não tem resposta alguma. Aí podem estar os pontos problemáticos da experiência da criança na nova escola.
  1. Abra espaço para a criança
Quando o assunto vier à tona, reforce os aspectos positivos: o crescimento, o amadurecimento, a possibilidade de fazer novos amigos, novas aventuras. Puxe conversa com seu pequeno sem forçar ou coagi-lo a responder. Abra espaço para que demonstre seu desconforto, se ele existe, sem o medo de sofrer reprimendas. Esse canal aberto de diálogo é algo que não se constrói da noite para o dia, mas é fundamental que você e seu filho estejam em sintonia nesse momento de transição. Outro aspecto importante: mantenha sua palavra. Pode parecer algo óbvio, mas isso envolve atitudes bastante delicadas e a mudança de coisas que acreditamos fazer bem para a criança. Não se atrasar para buscar o filho na escola é uma dessas atitudes. Evitar também o “Eu já volto pra te buscar” na despedida é interessante; isso gera expectativas que podem ser diferentes do itinerário real.
  1. Não associe a escola a algo ruim
A experiência dos pequenos com a escola pode até ser boa, mas pequenas associações ao longo do tempo podem mudar esse time que já está ganhando. Quando a escola que ela sempre conhecia de repente muda, isso pode vir a tona e dificulta as coisas. Já ouviu algum pai/mãe, ou até você mesmo, usar aquela antiga ameaça diante de uma birra na saída da escola: “Se você continuar fazendo birra, vou te deixar aqui”. Percebeu que assim a escola vira um castigo? Uma outra coisa que pode ter efeitos negativos é associar elementos ligados à experiência de ir à escola com castigos ou punições. Isso tem bastante força, por exemplo, com crianças que mudaram de período escolar, que passam a acordar cedo. Já pensou se, além disso, uma punição envolve acordar mais cedo no final de semana? Cada mudança na vida das crianças é recebida de forma diferente. É impossível prever quando a resposta será tranquila ou vai demandar um pouco mais de atenção e carinho. O mais importante, no entanto, é sempre proporcionar em casa um ambiente de segurança e acolhimento, em que a criança possa se expressar e que as mudanças internas decorrentes das mudanças externas possam ser apresentadas e, caso positivas, cultivadas ou, caso negativas, trabalhadas.